Política

União Brasil confirma apoio a Eduardo Leite e tenta ampliar aliança

Publicada em 11/07/2022 às 08:03h

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Busato (D) diz que deve lealdade a Leite, já que seu partido ocupa três secretarias no governo Ranolfo e já estavam juntos no PTB  (Foto: )

O anúncio não deverá ocorrer nesta semana por questões estratégicas, mas o União Brasil já decidiu que estará com o ex-governador Eduardo Leite na eleição de outubro. O presidente do partido, Luiz Carlos Busato, garante que a decisão está tomada e foi comunicada a Leite na conversa que os dois tiveram neste fim de semana. Apesar do desejo do ex-governador de anunciar a aliança logo, Busato pediu mais alguns dias porque quer conversar com outros países e ampliar a coligação. 

— Tem uma palavra muito cara pra nós, que é lealdade. Participamos do governo Leite desde o início, eu ainda no PTB, e temos três secretarias na gestão de Ranolfo Vieira Júnior. Não teria sentido apoiar outro candidato — justifica Busato. 

Para Leite, a grande vantagem do apoio do União Brasil é o tempo de rádio e TV que acrescenta a sua candidatura. O ex-governador tem dito que, embora o UB seja o partido com maior fundo eleitoral, não espera que o partido financie sua campanha. O dinheiro virá mesmo do PSDB.

O ex-prefeito de Canoas diz que o União Brasil se dispôs até a abrir mão da vaga de vice para o MDB ou outro partido, de forma a ampliar a aliança. Cotado para o cargo, Busato diz que não deve ser ele:  — Se eu for vice e o Eduardo ganhar, terei fatalmente que assumir o governo nos últimos nove meses e aí fico impedido de concorrer a qualquer outro cargo que não seja o de governador. Meu projeto para 2026 é disputar o Senado.  

Busato como candidato a deputado federal também é importante na estratégia do União Brasil de eleger uma bancada forte no Rio Grande do Sul, já que ele é considerado um dos puxadores de voto. Embora não cite esse argumento, Busato tem outro motivo para não se apresentar como vice: sua presença na chapa afastaria a ala do PSD ligada ao prefeito afastado de Canoas, Jairo Jorge, seu adversário político. 

Nesta semana, Busato vai procurar a ex-senadora Ana Amélia Lemos (PSD), na tentativa de convencê-la a entrar na aliança. Caso o PSD opte por outro caminho, o PSDB pode lançar uma candidatura ao Senado. A preferida é a delegada Nadine Anflor, que está em campanha para a Assembleia Legislativa. 

O ex-prefeito de Canoas também vai procurar o pré-candidato do PDT, Vieira da Cunha, para sugerir que se uma a Leite, o que é improvável dada a resistência do partido às privatizações de outras propostas liberais adotadas no governo tucano. Apesar de reconhecer que é remota a possibilidade de o MDB voltar atrás, Busato acredita que o diálogo não está encerrado e mantém a esperança de que o partido apoie a candidatura de Leite. Diz que era perceptível o crescimento do movimento favorável à aliança entre prefeitos e deputados, o que explicaria o cancelamento da reunião do diretório, marcada para domingo, e a transferência da decisão para a convenção do dia 31 de julho. 










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